A melhor imagem de Steve Jobs e da sua Apple.
Não tenho dúvidas que foi o resultado do génio de Jobs que me levou a tornar um Apple fan.
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Com a intervenção da Troika em Portugal, eis que o PSD vê finalmente a oportunidade de levar à prática todas as medidas liberais que no fundo sempre esteve no seu horizonte sem ter que ficar com o ónus da destruição do Estado Social e da definitiva fragilização da classe trabalhadora em relação às entidades patronais. A história fará, daqui a algumas décadas, a devida análise mas há uma conclusão que se me afigura óbvia: o que aí vem representa indubitavelmente um retrocesso civilizacional. É como se, em vez de andarmos em frente, recuássemos no tempo.
Tenho deixado de comentar por estes lados os assuntos que tenham a ver com a vida, muitas vezes a raiar o absurdo, da tribo da bola neste país. Tenho reservado essas incursões meramente para questões ligadas à verdade desportiva e à irracionalidade em que assenta o mundo futebolístico.
Este é mais um desses casos. Parece-me que um dos problemas reside no facto de haver muita gente a viver à custa da tribo da bola e das suas idiossincrasias. Desde logo uma trupe de jornalistas, pseudo-jornalistas e comentadores (muitos deles profissionais do comentário) cujo sustento vem das trapalhadas em que a tribo da bola é profícua. Eu fui educado tendo a independência e objectividade jornalística como um dos princípios base da vida em sociedade. Olhando para algumas das primeiras páginas do jornal A Bola desta semana fico absolutamente estarrecido. É talvez, desde há décadas, a primeira vez que vejo uma tão escandalosa colagem de um jornal a uma das entidades que são o objecto da acção jornalística. Este jornal mandou "às ortigas" o pouco que restava da sua independência editorial e tornou-se em definitivo o órgão do SLB.
Já agora, em relação à tentativa que A Bola tem vindo a fazer para branquear a expulsão de Javi no jogo em Braga, apenas me ocorre dizer uma coisa: a falta é de Alan, mas o que se seguiu, doa a quem doer, foi uma agressão (não uma tentativa de...) de Javi a Alan. O facto de ter sofrido falta não o isenta da devida punição pela agressão.
"Autoridade da Concorrência não vai abrir investigação ao mercado dos combustíveis" (Ionline)
Este entidade deve ser a coisa mais inútil que este país já viu em mais de 10 séculos de existência. Cada um dos seus elementos deveria ser obrigado a devolver a totalidade do dinheiro que recebeu por exercer tão inútil tarefa. E com juros.
Cavaco Silva anda agora a vomitar um discurso de defesa dos agricultores nacionais, criticando as opções para o sector agrícola tomadas nos últimos anos.
De facto o sector agrícola tem sido, de há muitos anos a esta parte, um parente pobre das opções estratégicas de quem nos governa. Dói ver como metade do país agrícola está entregue às urtigas e aos poucos repteis que ainda por lá vão sobrevivendo. A nossa produção alimentar está reduzida ao mínimo e a pouca que ainda se vai fazendo está já na posse de empresas estrangeiras. Aliás todo o sector primário está quase abandonado em Portugal. Agricultura e pescas são cada vez mais actividades residuais no nosso tecido produtivo. Se juntarmos a isto o desaparecimento de quase toda a nossa indústria, então teremos completo o triste quadro do desenvolvimento económico de Portugal. (...)
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"Ricardo Rodrigues vai presidir à IX comissão de inquérito ao caso Camarate, que será discutida e aprovada esta quarta-feira no Parlamento". (In DN online)
Será que percebi bem?! O Ilustre deputado que surripiou o gravador a uma jornalista foi o escolhido para presidir a uma comissão na nossa Assembleia da República? Mas já não há uma réstia de vergonha, de moral e de ética naquela casa? Estão a tornar aquela instituição num dos locais mais mal frequentados deste nosso pobre país.
Huum... cheira-me a que por detrás destas declarações anda a pairar o lobby do nuclear. Só assim se pode explicar que alguém, na plena posse das suas faculdades mentais, venha dizer que energia limpa e inesgotável é "demais". Aliás, estas declarações, foram feitas no debate "Energia nuclear. Sim ou não?" Elucidativo, não?!
Fim de dia em Sehwan - Paquistão. Mesmo num campo de refugiados ainda há tempo para se ser mãe e filha.
Na ânsia de fazer agora depressa aquilo que não se foi capaz de fazer em tempo útil, o governo da nação resolveu cortar a eito nas despesas do estado. Fê-lo duma forma algo tonta, fazendo os suspeitos do costume pagar a fatia de leão do combate à crise - funcionários públicos (corte no vencimento + aumento na retenção na fonte de IRS + 2% de IVA + 1 % CGA) e trabalhadores por conta de outrem em geral. Os ministérios da saúde e da educação sofrem cortes verdadeiramente assassinos para o normal funcionamento dos respectivos sistemas. Os institutos públicos e similares continuam intocáveis e em roda livre. É preciso preservar o ganha pão dos boys (do PS e do PSD, que nisto ambos são iguais). E o que tem a dizer disto o maior partido da oposição? No fundo Pedro Passos Coelho pouco mais refere para além das criticas ao aumento do IVA. Sobre a banca, verdadeira responsável pela crise que o mundo vive desde há alguns anos, nem uma palavrita. Redução dos salários? Nem uma letra. Cotes na saúde e na educação? Nada de nada. Aliás e na senda do que foi iniciado por Luis Filipe Pereira (ministro da saúde de Durão Barroso), o que Passos Coelho pretende é reduzir a oferta do estado na saúde e na educação, passando a usar esses dinheiros (dinheiro nosso) para financiar as empresas privadas de saúde e educação.
Sera interessante que ambos os partidos, que têm enaltecido as medidas duras que o governo britânico tem preparado para reduzir o deficit, reparassem num aspecto curioso: as áreas da saúde e da educação são as únicas que têm previstas aumento de investimento. Dois mil milhões de libras até 2015 na saúde e quatro mil milhões de libras na educação no mesmo período de tempo. São opções. São opções!