O Nuclear do Senhor Patrick (Outra vez!)
Já vai sendo horas da nossa comunicação social começar a tentar investigar o que realmente está por trás do interesse de Patrick de Barros em vender a Portugal uma central nuclear. Esta investigação é tanto mais importante se levarmos em consideração os seguintes aspectos:
1 - Países nada desenvolvidos como a Alemanha (entre outros), decidiram acabar com o nuclear a médio prazo;
2 - Esta central parece só garante 7.75% do consumo energético em Portugal; (Publico online)
3 - O Nuclear pode agravar a eficiência energética, enquanto a energia eólica tem potencial para satisfazer a evolução do consumo (Publico online);
4 - O Nuclear é impotente para resolver significativamente a necessidade do consumo de petróleo (por exemplo nos transportes);
5 - Qualquer acidente com uma central de energia nuclear provocaria consequências de tal forma trágicas, que um país da dimensão de Portugal ficaria reduzido a escombros (veja-se as consequências do acidente com a central de Chernobyl);
6 - A produção de energia nuclear tem como consequência a criação de resíduos que não se conseguem reciclar, nem destruir adequadamente.
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É evidente que a última coisa com que Patrick de Barros está preocupado é com a qualidade de vida dos portugueses, ou com a salvaguarda da nossa qualidade ambiental, ou com a real resolução do problema energético nacional. A única coisa que cintila na sua cabeça é a quantidade de dinheiro que irá ganhar com todo este negócio. Já agora e para que a memória continue bem fresca, vão ao seguinte endereço e vejam como estava Chernobyl dez anos depois do acidente. Sabem, é que os acidentes acontecem. E não acontecem só aos outros. Chernobyl 10 anos depois